sábado, 10 de dezembro de 2011

À mesa


A mãe, se me vê
Comer com a mão,
Prega-me logo
Uma lição.

Então tentei
Comer com o pé:

Tirei sapato,
Tirei a meia…
Ia levando uma tareia.

Mas amanhã
Não ralham comigo
Pois vou comer
Pelo umbigo.

Autora:
Luísa Ducla Soares nasceu em Lisboa a 20 de Julho de 1939, onde se licenciou em Filologia Germânica.
O seu primeiro livro de poesia data de 1970 e intitula-se Contrato.
Tem-se dedicado como estudiosa e autora à literatura infanto-juvenil.
Publicou 45 obras infanto-juvenis.
Recebeu o "Prémio Calouste Gulbenkian para o melhor livro de literatura infantil no biénio 1984-1985" e o "Grande Prémio Calouste Gulbenkian" pelo conjunto da sua obra em 1996.
Colaborou na página infantil do Diário Popular e na revista Rua Sésamo.
As suas obras encontram-se traduzidas em diversos línguas, nomeadamente francês, catalão, basco e galego. 

Resumo:
O nome do livro que escolhi é “Poemas da Mentira e da Verdade” e o poema chama-se “À mesa”.
Este livro fala de um menino que comia com a mão, mas que a mãe depois lhe deu uma lição, então ele a partir dai começou a comer com o pé, tirou o sapato e a meia, mas ia levando uma tareia. Então decidiu que no dia seguinte não iam ralhar com ele pois ia comer com o umbigo.

Opinião:
Escolhi este poema porque o achei engraçado e foi o que mais me agradou. Achei fora do normal o menino comer com o pé e tentar comer depois com o umbigo.
A parte que eu mais gostei foi: “Mas amanhã não ralham comigo pois vou comer pelo umbigo”. Achei que o menino estava mesmo decidido a comer com o umbigo no dia seguinte.

sábado, 3 de dezembro de 2011

TPC - 23/11/2011

Manual (pág.37)
1
1.1 - Estão todos os adjetivos qualificativos no grau normal.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

terça-feira, 22 de novembro de 2011

TPC - 18/11/2011

Pág: 212 (Manual)

1
1.1- Aqueles- Pronome demonstrativo, substitui o nome.
    Meus- Pronome possessivo, substitui o nome.
    Elas- Pronome pessoal, substitui os nomes das alunas.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

TPC - 11/11/11

A minha tia tem uma vara enorme.
A minha mãe comprou um terreno com um pinhal.
Eu tenho no quintal um enxame de abelhas.
A Rita tem uma manada.
A Daniela mora num arquipélago.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Bemol Saltitante e o Mistério Stradivarius

Autor:
Chama-se Antonio Amago.

Resumo:
O ratinho Bemol Saltitante adorava música e, por isso, vivia dentro de um piano, em casa de um pianista. Eles eram bons amigos e passavam os dias a tocar.
Numa manhã, o ratinho recebeu uma carta do seu tio Dom Colcheio Saltitante de Diapasão, um rato afinador famoso que vivia numa cidade muito distante. O Bemol não tinha notícias do seu tio havia muito tempo e, intrigado, abriu a carta e começou a ler.


Sem perder muito tempo, preparou a trouxa para a viagem e despediu-se do seu amigo pianista.
Como a viagem era muito longa, o ratinho achou melhor ir à janela e esperar por uma andorinha, que não se importasse de o levar. Passado pouco tempo, parou uma e lá foram os dois.
Rapidamente chegaram ao edifício da Velha Escola de Música.
O ratinho agradeceu à andorinha e foi à procura do violino que não tinha uma corda.
Quando encontrou o violino, meteu-se dentro do instrumento por um dos seus efes e procurou o tesouro. Encontrou um pedaço de papel e saiu do violino.
Abriu o papel com cuidado e viu que era um bocadinho de uma partitura.
Pensou, pensou e pensou e não encontrava nenhuma explicação para aquilo.
 Ouviu um barulho vindo de trás dele e quando olhou viu que era um enorme gato preto de olhos amarelos. Saltou e começou a correr para não ser devorado pelo gato. Voltou a olhar para trás e viu não um gato mais sim dois e começou a ficar com muito medo. O pobre Bemol foi logo parar num sítio sem saída e viu-se encurralado. Passados uns segundos ouviu um barulho vindo detrás dos gatos, que era uma bonita gata branca com uns enormes olhos azuis.
A gata disse-lhe que se ele não quisesse ser a próxima refeição deles tinha de lhe devolver o velho papel que ele tinha encontrado. Bemol ficou com medo e estendeu os braços para entregar o papel mas lembrou-se das palavras do seu tio Colcheio: «Deverás proteger para sempre com a tua vida o que lá encontrares.» Bemol recuou e voltou a apertar o pedacinho de papel ao peito. Gritou, dizendo que nunca entregaria o papel, que ia lutar até ao fim e que não sabia qual era o valor daquele papel, mas que o seu tio Colcheio pediu-lhe que o defendesse com toda a sua vida. Era isso mesmo que Bemol iria fazer!
A partir daí a gata ficou a perceber tudo e disse-lhe que o seu avô e o tio do Bemol eram grandes amigos e que tinham pedido a eles mesmos para proteger o pedacinho de papel e o resto da partitura que a gata Felina Romano guardava. A Felina contou ao Bemol a história toda que ele não sabia e ele ficou a saber que o mistério que o seu tio e o seu grande amigo Félix Romano escondiam, era o grande segredo dos violinos Stradivarius. Que só Stradivarius conhecia e que levou consigo quando faleceu.
Chegou a altura de Bemol voltar para casa e voltou numa boleia que a Felina lhe tinha arranjado.

Opinião:
Esta história é muito divertida!
Gostei muito de a ler e vocês também deviam experimentar.
No entanto, é uma história cheia de aventura, diversão e um pouco de mistério ao mesmo tempo.
Só Stradivarius conseguia fazer violinos tão bons e tinha um segredo que hoje em dia ninguém ainda descobriu. Já fizeram várias tentativas mas nunca nenhum violino ficou tão bom como os de Stradivarius. Stradivarius levou consigo os seus segredos quando faleceu.

domingo, 23 de outubro de 2011

TPC

                   Manhã:

  • manhã
  • paragem de autocarro
  • escola
  • reencontros
  • amigos
                   Almoço:

  • colegas
                    Tarde:

  • tarde
  • horário
  • pais
  • férias

TPC (Manual - Pág: 31)

Já conheço esta escola e gosto dela porque...
tem muito espaço exterior, parque de merendas, campo de jogos, bar, refeitório, biblioteca, sala de convívio, várias salas, etc. Podia ter mais salas para haver mais espaço para as aulas de música (formação musical, classe de conjunto e instrumento). Também há na escola bons professores, que ensinam bem as matérias e que são simpáticos com os alunos.
Nesta escola também já andaram vários familiares meus, primos e o meu irmão.
São estas as coisas que me levam a gostar da escola onde estou.

domingo, 16 de outubro de 2011

O meu primeiro dia de aulas

No meu primeiro dia de aulas do 1ºano, eu não sabia escrever nem ler.
No início do dia apresentámo-nos e a professora também.
Começámos por falar no que íamos fazer ao longo do ano. Confirmámos também quem já tinha os livros de Língua Portuguesa, de Matemática e de Estudo do Meio.
Depois tivemos o intervalo da manhã e comemos o lanche que tínhamos trazido de casa.
Pouco depois voltámos à sala de aula. Escolhemos os lugares onde nos iríamos sentar nas aulas e a professora escreveu numa folha o nosso nome. Escreveu o nome de cada um numa folha para colocar à nossa frente para nós sabermos escrever o nosso nome.
Passadas umas belas horas fomos para casa.

domingo, 9 de outubro de 2011

As gémeas no Colégio de Santa Clara

Autor:
Enid Blyton, nasceu a 11 de agosto de 1897 (114 anos) e faleceu a 28 de Novembro de 1968. Nasceu num pequeno andar sobre uma loja em Lordship Lane, zona Este de Dulwich em Londres. Com alguns meses de idade a sua família mudou-se para Beckenham em Kent. Local onde Enid e os seus irmãos, Hanly e Carcey passaram a sua infância. Hoje Beckenham é uma cidade ativa, mas no século passado foi uma localidade calma e rural.
Enid foi uma apreciadora da história natural e sempre recordava os passeios que fazia com o seu pai Thomas Blyton. Ele ensinou-a tudo sobre a natureza, animais, insetos, aves e plantas, que viviam nos campos em volta da sua casa. O seu entusiasmo pelo estudo da natureza foi muito importante para o resto da sua vida. Aplicou muitos dos conhecimentos que adquiriu nos seus livros, histórias, poemas e artigos.
Algumas obras
  • è  A aventura na ilha
  • è A ilha secreta
  • è O mar encantado
  • è O mistério da casa da neve
  • è Os cinco



Resumo:
O primeiro volume desta coleção passa-se no Colégio de Santa Clara. As irmãs Isabel e Patrícia O'Sullivan foram para o colégio muito contrariadas, pois não queriam separar-se das suas melhores amigas. Desejavam continuar no mesmo Colégio onde estavam. Logo de início, detestaram o ambiente e o severo regulamento que as obrigava até a fazer as suas camas. Ficaram tão zangadas que resolveram mostrar a todas as colegas, que não eram para brincadeiras. No entanto, nem sabem o que as espera. As colegas consideravam-nas vaidosas e começaram a pregar-lhes muitas partidas cheias de humor.
Elas, no Colégio de Santa Clara tinham de acender o braseiro, fazer torradas e limpar as botas às mais velhas. As gémeas detestavam que as outras alunas mais velhas as mandassem fazer trabalhos. Elas nunca o tinham feito vez nenhuma e não sabiam fazer esses trabalhos.
Passados alguns dias, após a sua chegada, começaram a gostar de lá estar e fizeram amizade com algumas outras alunas. Deixaram de ser vaidosas como as alunas as achavam.
Uma noite foram convidadas para uma ceia secreta onde iriam festejar o aniversário da Joana.
Já quase no final do 1ºPeríodo começaram a organizar a festa de Natal. Escolheram os números que iriam participar no espetáculo e começaram a preparar tudo ao pormenor.
As alunas andavam numa agitação enorme, desejosas que chegasse a grande noite.
Ensaiaram, ensaiaram, até que finalmente chegou a grande noite.
Estavam tão contentes porque estavam quase a atuar, mas também tristes porque no dia seguinte iriam voltar para casa. Só voltariam ao colégio depois das férias de Natal.
Passou-se a noite e o espetáculo acabou, elas estavam muito cansadas e foram para o dormitório dormir.

No dia seguinte despediram-se umas das outras e foram para casa.





Opinião:
Esta história não é muito atual pelo facto de poucos alunos pertencerem a colégios internos.
No entanto, é uma história cheia de aventura, diversão e um pouco de mistério ao mesmo tempo. Aconselho toda a gente a ler. Penso que vão gostar das brincadeiras das personagens e talvez até sonharem um pouco em conseguir participar nas mesmas. Todos sabemos que “partidas” é o que todos os adolescentes gostam de inventar.
É um livro muito bom. Foi escrito em 1941, o que só beneficia o conteúdo e o relevo da história, por Enid Blyton e traduzido por Susana Ferreira e Bárbara Soares. A sua editora é a “Oficina do Livro”.



quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O que eu levaria para uma ilha deserta

Em primeiro lugar, eu levaria muita comida e água para conseguir sobreviver numa ilha deserta. Se a comida se esgotasse eu teria de ir apanhá-la ou caçá-la, a água é que não podia acabar.
Levaria um grelhador, copos e pratos para comer e beber, levaria uma tenda e um saco de cama para dormir. Levaria também as minhas amigas(os) e familiares para eu não estar sozinha e porque iria ter também muitas saudades deles. Não me podia esquecer de levar roupa, um biquíni para ir para a praia e calçado. Teria também de levar um rádio a pilhas para ouvir música, alguns livros para ler e uma máquina fotográfica.
Eu iria gostar muito de estar numa ilha deserta com os meus familiares e amigos.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Os livros que vou ler no 1º Período

"As gémeas no Colégio de Santa Clara", de Enid Blyton
"Poemas da Mentira e da Verdade", de Luisa Ducla Soares
"Bemol Saltitante e o Mistério Stradivarius", de António Amago/Nuria Rodríguez

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Ontem as minhas calças ganharam vida


Eu, no dia anterior tinha ido ao centro comercial de manhã com os meus pais e com o meu irmão. Eu ia comprar calças e algumas blusas. Entrei na loja Stradivarius para ir comprar as blusas, mas só havia tamanhos grandes, estavam esgotados os tamanhos mais pequenos.
De procurar tantas blusas já tinham passado algumas horas e nós fomos almoçar à PizzaHut.
Depois de almoço fomos à loja Bershka, lá havia blusas e calças que me serviam.
Quando fui experimentar as calças e as blusas que ia comprar, as minhas calças que eu levava vestidas ganharam vida. Começaram a mexer-se sozinhas, a saltar e até a correr, eu fiquei assustada quando as vi fazer aquilo tudo. Depois deixei de as ver e tive de ir à procura delas. Levei vestido as calças que estava prestes a comprar.
Quando as vi, elas estavam a pegar numa blusa para a irem experimentar.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Meu querido mês de Agosto

Estou com tantas saudades do mês de Agosto, das idas à praia da Rocha, dos raios do sol, do cheiro do mar, de sentir a água gelada da praia, de Portimão – Algarve, das tardes na piscina, das molhas com as amigas e com os amigos, de me levantar tarde, de tomar o pequeno almoço tarde, das idas aos shoppings e ao cinema.
Mal chegamos ao princípio de Setembro, eu já estou com saudades de Agosto.
Mas no dia do regresso às aulas, reencontrei os meus colegas que já não via há quase 3 meses, conheci novos colegas e professores e fiz novas amizades.
Vou recordar o mês de Agosto com saudades até às próximas férias.